De tirar o chapéu
O Jornal Nacional de hoje foi o produto jornalístico que mais me encheu os olhos nos últimos tempos. De longe! em tempo: estou longe de ser fã do JN.
Com o William Bonner no Vaticano (ele chegou lá uma hora antes da morte do papa) e as matérias do Caco Barcellos e da Ilze Scanparini, a cobertura do jornal foi impressionante. Mais de uma hora de informações ainda frescas, mais um baita histórico da vida do papa, a devida repercussão, detalhes sobre a sucessão e dezenas de etc.
O jornal ainda teve a habitual charge no Chico Caruso, normalmente sobre política, fazendo uma bela homenagem. Apareceu o papa andando no papamóvel, que começa a sair do chão e subir devagar para o céu. Bacana demais!
Depois do JN de hoje, os jornais de amanhã só valerão a pena para ler artigos mais aprofundados sobre a morte do papa. Nem a Folha, com os seus "entenda" e "saiba como" terá cacife para bater a cobertura da Globo.
Escrito por Damasceno às 21h47
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Ser gay virou virtude?
Se levarmos em conta o resultado do BBB 5, pelo jeito a resposta é sim. Curiosa nossa sociedade... até há uns 15 anos, o que aconteceu ontem na TV seria absolutamente impensável. As duas visões mais radicais me parecem erradas. Os gays não têm nenhum demérito por sua opção sexual, mas também estão longe de ser superiores à média dos homens (por sua sensibilidade, educação etc., etc.), como às vezes algumas pessoas pintam.
Escrito por Damasceno às 10h51
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Ô, nostalgia!

Não curto muito ficar chupinhando coisas pra colocar aqui, mas uma matéria do IG, feita por Guss de Lucca (parente da Pulga?), vale o CTRL C + CRTL V.
A matéria é, na verdade, uma votação para saber qual o episódio mais bacana do Pica Pau. A descrição dos episódios deu uma baita saudade:
Cataratas num barril: episódio onde o Pica Pau, durante uma visita as Cataratas do Niágara, se empolga com a idéia radical de descer as quedas dentro de um barril. O antagonista desta vez é um guarda local, que faz de tudo para impedir o pássaro de concretizar seu objetivo (e acaba caindo várias vezes das Cataratas!). “Marche!”
Frankie, o papa frangos: durante uma noite chuvosa o Pica Pau consegue abrigo num castelo, onde um cientista maluco desenvolve um robô maluco cuja função é depenar frangos. Logo que chega nosso herói acaba virando alvo do “frankenstein”, que faz um barulho estilo chaminé de fábrica toda vez que se aproxima.
E lá vamos nós: aqui o Pica Pau acaba consertando a vassoura de uma bruxa, que se recusa a pagar 50 centavos pelo serviço. Com isso a feiticeira acaba tentando invadir a fábrica para recuperar sua vassoura mágica. Ao se deparar com centenas de vassouras, ela passa a testar uma a uma proferindo a sentença “e lá vamos nós”, que aciona o artefato e a permite voar.
Baile de meias: episódio onde o Pica Pau e o Zeca Urubu disputam para ver quem se dá bem num baile onde todos tiram seus sapatos e dançam apenas de meia. O visual dos carros e dos personagens é todo voltado para a década de 50, com jaquetas e topetes. No final a garota acaba com o cantor da festa e os babacas ficam sozinhos.
Urso safadão: aqui um urso malandrão ensina ao filho como conseguir comida dos visitantes do parque em que vivem. Ele faz cara de mendigo prum casal de velhos e banca o Elvis para um grupo de jovens. Obviamente quando o Pica Pau aparece e o sacaneia as coisas mudam de figura. O bacana é que toda hora o filho do urso vê o pai apanhar e fala empolgado “Esse é meu pai!”
Festa do Leôncio: neste episódio o fazendeiro Leôncio dá uma festa e acaba tendo que aturar o Pica Pau como penetra. A tática do pássaro consiste em se disfarçar de mulher e esconder o máximo de comida possível dentro de seu vestido, que possui uma armação metálica. A cena antológica é a dança entre ele e o anfitrião, que acaba com o traseiro num tridente.
Venda de seguros: o Pica Pau vende um seguro de vida para o malandrão Dooley, só que na linha pontilhada consta que a apólice não cobre acidentes com um míssil teleguiado. E não é que um míssil persegue o infeliz durante todo o episódio, sendo que toda vez que ele aparece uma música irritante toca.
O que é um rachador?: dessa vez o alvo do Pica Pau é um guarda rodoviário que está de tocaia esperando por pilotos de racha (no caso, o próprio Pica Pau com sua caranga envenenada). Além de simular o som que faz um rachador dezenas de vezes, neste desenho o protagonista se disfarça de diversos personagens para confundir o policial (que surta no final).
Perseguição com o piano: desta vez o pássaro maluco é um pianista que acaba abrigando em seu piano um ladrão de bancos e o fruto de seu roubo. O problema é que o bandido ameaça matá-lo se ele o delatar e, de quebra, o obriga a não para de tocar. A música acompanha toda a saga do piano, que viaja de trem, cai de prédios e é sempre perseguido por um policial babaca que não pára de apitar.
Luta livre: Por conta de seu aparelho de TV ter quebrado, o Pica Pau vai até o ginásio assistir a final do campeonato de luta livre. O problema é que ele acaba entrando de gaiato na luta e, após seu ídolo ir para no leito do hospital, ganha o título em cima do lutador malvado. O legal é a introdução da luta, que mostra dezenas de lutadores esquisitos como o Areia Movediça, o Borracha e o Tesoura.
Para votar, é só clicar em http://igjovem.ig.com.br/materias/245001-245500/245111/245111_1.html.
Escrito por Damasceno às 14h34
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