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Minuto de silêncio
Reprodução da coluna do Daniel Castro, da Folha de hoje. Só digo uma coisa: desqualificado é a vovozinha!
Após 20 anos, SBT abre mão de 'Chaves'
O SBT decidiu não renovar contrato com a rede mexicana Televisa pelos direitos das séries "Chaves" e "Chapolin". Se Silvio Santos não voltar atrás, será o fim de um "casamento" de 20 anos. Adquirido por Silvio Santos em 1982, como bônus em um pacote de novelas, "Chaves" estreou no SBT em 24 de agosto de 1984. Desde então, tem sido um curinga na programação do SBT. Reprisado à exaustão, o seriado _de qualidade técnica sofrível (está meio amarelado) para os dias atuais_ ocupou inúmeros horários e serviu para alavancar a audiência da emissora ou estancar a sangria de público para a concorrência.
Um executivo do SBT diz que a Televisa está pedindo muito dinheiro por "Chaves". Afirma que o valor não compensa o custo-benefício: a série "trash" ainda dá audiência (hoje na faixa das 18h, tem registrado dez pontos no Ibope da Grande São Paulo), mas não atrai anunciantes porque seu público, infantil, não é qualificado. Segundo esse diretor, "Chaves" é do SBT somente até junho.
Anteontem à tarde, Oscar Belaich, vice-presidente de vendas da Televisa, esteve na Record. Foi oferecer "Chaves" e sondar o interesse da Record em novelas mexicanas. A emissora ainda não decidiu sobre "Chaves". Seus diretores se perguntam se o seriado pode dar certo fora do SBT. O SBT tem contrato com a Televisa por novelas até 2008. E a Record prefere novelas brasileiras.
Escrito por Damasceno às 14h20
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Blitz soteropolitana
Seja em São Paulo, em São Vicente ou Salvador, ser parado pela polícia é ruim em qualquer lugar. Os soteropolitanos, no entanto, foram gentis demais. Chegavam a ser chatos até, de tanto pedirem desculpa por nos parar, revistar o carro e apalpar nos lugares mais incômodos.
Segundo a Evie - baiana gente boníssima que conheci em Buenos Aires e revi em Salvador na semana passada, durante viagem a trabalho -, nunca tinham ocorrido tantas blitze (ou comandos) na cidade. A conseqüência disso foi o trânsito medonho na noite de sexta, única de lazer em terras baianas.
Faltaram fotos. A única que tirei (veja no "Fotos de capa") foi ao lado de uma simpática baiana, fazedora de uns acarajés supimpas. A Evie tirou umas nossas, mas até revelar deve demorar um pouco.
Ficou a óbvia vontade de passar uns dias em Salvador como turista. E ficou também a impressão engraçada de que em todo bairro tem alguma rua com "Magalhães" nas placas.
Escrito por Damasceno às 13h26
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