Amélie Poulain

Tenho fases de me apaixonar todos os dias, seja por desconhecidas, amigas ou por qualquer sorriso mais bacana que vejo por aí. Atualmente a fase é de me apaixonar só umas duas vezes por semana. A paixão mais recente bateu ontem, vendo "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain".
O filme não é novo, quase todo mundo que que eu conheço e tem bom gosto em cinema já viu, mas nada disso importa. O que importa é o jeito que a atriz (Audrey Tautou) interpretou a personagem-título. Ela não é exatamente bonita ou sensual, mas tem um jeito meigo, esperto, junto de um sorrigo lindo que me deixou vidrado. E além dela, a história é bacana demais.
Audrey Tautou agora faz parte de uma seleta lista de atrizes que me fazem babar, apesar de não estarem sempre maravilhosas como nos filmes que me marcaram: Paz Vega (Lucía e o sexo), Angie Cepeda (Pantaleon e as visitadoras) e Maribel Verdú (E sua mãe também).
Escrito por Damasceno às 11h59
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Meu celular me odeia

Não tenho capa de celular. Depois de duas quedas, acho que o bichinho se rebelou e quase diariamente vem se comportando como adolescente chato.
Desde a semana passada me sinto como um dono daqueles tamagochis. Em certos dias ele se nega a funcionar por uns dez minutos. Hoje, por exemplo, ele ligou, mas o visor mostrava que havia só um terço da bateria – sendo que eu havia carregado a maledeta ontem de manhã. Agora há pouco, do nada, a bateria estava cheia de novo.
Outros problemas: gosto de deixar num tipo de toque que é uma espécie de campainha de portão. Mas às vezes, do nada, começa a tocar um techno de quinta categoria, sem nenhuma alteração. Quando deixo o dito-cujo no vibracall, ele fica vibrando a cada cinco minutos, mesmo sem ter ninguém me ligando.
Às vezes ele também escurece, me obrigando a desligá-lo e ligá-lo novamente... Que saudades do meu tijolão! Ele pesava pra caramba, era feio, tinha uma capa mais feia ainda, só que em quase três anos de uso nunca foi rebelde assim. Lamentável!
Escrito por Damasceno às 15h56
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Ritmo de treino

Mais engraçada do que a goleada de 5 a 1 do Tricolor foi o modo como ela se deu. O São Paulo esteve longe de jogar bem, mas tudo dava certo. Enquanto isso, pro curintia dava tudo errado.
Não é nada, não é nada, já são dois anos sem derrotas pro Timón. É por isso que a campanha "Fica, Passarella!" tem que ser colocada em prática imediatamente.
Escrito por Damasceno às 11h39
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