 |
Vá ver Vinícius!

Anda sem nada de bom pra fazer? Vá ao cinema ver "Vinícius". Aliás, mesmo se estiver abarrotado de coisas, arrume um tempinho. Você vai sair do sala assobiando o "Samba da benção", ouvir duas horas de boa música, acompanhar depoimentos sensacionais de gente como Chico Buarque, Toquinho, Edu Lobo, Maria Bethânia e Carlinhos Lyra, ver cenas antológicas de Tom Jobim e João Gilberto e saber um pouco mais (ou muito mais, como no meu caso) da vida do Poetinha.
Escrito por Damasceno às 00h14
[]
[envie esta mensagem]
Pra quem gosta de tênis e estatísticas
Confira os melhores da temporada 2005
Obs: Os dados são do site Tenisbrasil
Aces / Partidas 1º Roddick, Andy - 912 / 69 2º Ljubicic, Ivan - 897 / 73 3º Ancic, Mario - 736 / 65 4º Mirnyi, Max - 666 / 56 5º Federer, Roger - 599 / 84
Aproveitamento de 1º serviço / Partidas 1º Nadal, Rafael - 69% / 87 2º Hanescu, Victor - 69% / 47 3º Davydenko, Nikolay - 67% / 81 4º Ferrero, Juan Carlos - 67% / 71 5º Puerta, Mariano - 67% / 62
Pontos vencidos com 1º serviço / Partidas 1º Roddick, Andy - 82% / 69 2º Ancic, Mario - 79% / 65 3º Mirnyi, Max - 79% / 56 4º Dent, Taylor - 78% / 54 5º Hewitt, Lleyton - 78% / 43
Pontos vencidos com 2º serviço / Partidas 1º Federer, Roger - 59% / 84 2º Nadal, Rafael - 57% / 87 3º Roddick, Andy - 56% / 69 4º Ljubicic, Ivan - 55% / 73 5º Johansson, Thomas - 55% / 69
Games de serviço vencidos / Partidas 1º Roddick, Andy - 93% / 69 2º Federer, Roger - 89% / 84 3º Ljubicic, Ivan - 88% / 73 4º Gonzalez, Fernando - 86% / 69 5º Ancic, Mario - 86% / 65
Break points salvos / Partidas 1º Ljubicic, Ivan - 72% / 73 2º Roddick, Andy - 72% / 69 3º Agassi, Andre - 70% / 49 4º Rusedski, Greg - 70% / 48 5º Hanescu, Victor - 69% / 47
Pontos vencidos devolvendo 1º saque / Partidas 1º Nadal, Rafael - 37% / 87 2º Coria, Guillermo - 36% / 76 3º Ferrer, David - 36% / 72 4º Federer, Roger - 35% / 84 5º Davydenko, Nikolay - 35% / 81
Pontos vencidos devolvendo 2º saque / Partidas 1º Nadal, Rafael - 57% / 87 2º Coria, Guillermo - 56% / 76 3º Nalbandian, David - 56% / 59 4º Gaudio, Gaston - 55% / 76 5º Davydenko, Nikolay - 54% / 81
Break points aproveitados / Partidas 1º Kiefer, Nicolas - 47% / 54 2º Gasquet, Richard - 47% / 40 3º Nadal, Rafael - 46% / 87 4º Coria, Guillermo - 46% / 76 5º Nalbandian, David - 46% / 59
Games vencidos recebendo saque / Partidas 1º Nadal, Rafael - 38% / 87 2º Coria, Guillermo - 37% / 76 3º Gaudio, Gaston - 35% / 76 4º Nalbandian, David - 35% / 59 5º Davydenko, Nikolay - 34% / 81
Escrito por Damasceno às 17h24
[]
[envie esta mensagem]
Sai, uruca!
Chupinhado da GE.Net
Pelé aponta São Paulo como favorito no Japão Raul Flávio Drewnick
No lançamento de uma coleção de roupas com a sua marca, Pelé citou a Itália e a Inglaterra como as principais adversárias do Brasil na Copa de 2006. Logo depois de fazer um discurso sobre os perigos que a seleção nacional enfrentará por ser considerada a número um, ele apontou também o São Paulo como virtual campeão do Mundial de Clubes, que será disputado em dezembro, no Japão.
“O São Paulo é o favorito. O time está bem e com moral. Não será barbada porque é sempre difícil chegar com a obrigação de vencer”, disse o Rei do Futebol, que costuma errar seus palpites futebolísticos.
Em relação à disputa do Campeonato Brasileiro, Pelé lamentou mais uma vez o caso de corrupção na arbitragem brasileira, porém saiu em defesa do líder da competição. “O campeonato está manchado. Porém, não por culpa do Corinthians”, afirmou o eterno camisa dez da seleção brasileira.
Escrito por Damasceno às 13h39
[]
[envie esta mensagem]
Frases perdidas por aí
"Gato que já levou tijolada não dorme em olaria"
“Deus é 10, Romário é 11, meu whisky é 12, o Zagallo é 13 e passou de 14 eu tô comendo”
“Se o amor é cego, o negócio é apalpar”
“Aos sete anos tive que interromper minha educação para ir à escola” Bernard Shaw
"Restaurante que serve farofa não tem ventilador de teto"
“Absurdo se escreve com B mudo”
“O casamento é uma tragédia em dois atos: civil e religioso”
“Namorada e emprego bons só se consegue com indicação”
Escrito por Damasceno às 16h53
[]
[envie esta mensagem]
A berinjela e o mercado
Trechos retirados de uma entrevista publicada no site "Sin Permiso" com o escritor Eduardo Galeano
Para ler a íntegra, clique em http://www.sinpermiso.info/textos/index.php?id=249
A menudo tus historias hacen las cuentas con la televisión, que tú definiste de manera sagaz como la "ametralladora televisiva". ¿Qué piensas de los medios de comunicación de masas?
La siguiente es un historia verdadera que relató el sultán de Persia miles de años atrás, pero que yo no olvidé, porque es muy poderosa, muy importante. Miles de años atrás dijo el sultán de Persia: "¡Qué maravilla!"; él nunca había probado la berenjena y la estaba comiendo en fetas condimentada con jengibre y hierbas del Nilo. Entonces el poeta de la corte exaltó la berenjena que da placer al paladar y en la cama hace milagros porque para las proezas del amor resulta más estimulante que el polvo de dientes de tigre y que el cuerno rayado del rinoceronte. Un par de bocados después, el sultán dijo: "¡Qué asco!", y entonces el poeta de la corte maldijo la berenjena traidora que retarda la digestión, llena la cabeza de feos pensamientos y empuja a los hombres virtuosos hacia el abismo del delirio y la locura. Alguien malicioso comentó: "Apenas ha elevado a la berenjena al paraíso y ahora la está arrojando al infierno", pero el poeta, que era un profeta de los medios de comunicación de masas, puso las cosas en su lugar: "Yo soy un cortesano del sultán, no un cortesano de la berenjena".
¿Hay una relación entre las promesas truncas y el miedo?
Es una buena pregunta. Pienso que el mundo está más o menos sometido a una dictadura del miedo que en la mayoría de los casos se expresa a través de los organismos financieros internacionales, que están en condiciones de ejercer una presión extorsiva sobre gobiernos que tienen intención de cambiar la realidad y que aplican lo que yo llamo la "cultura de la impotencia". Esta es una herencia de los viejos tiempos coloniales, una cultura de la impotencia que le ha costado mucho a América Latina, alimentada por curas fatalistas, militares despóticos, doctores imbéciles que han dicho y repetido una, dos, tres y miles de veces: "la realidad es intocable". Y cada vez que un gobierno, un movimiento popular muestra el "peligro" de que la realidad pueda ser tocada y cambiada, interviene un señor invisible que todo lo puede, que es omnipotente y que se llama "mercado". Mercado ya no es el nombre de aquel lugar "doméstico", de los barrios donde la gente se encuentra con la gente y se compra verdura y fruta. No, mercado hoy es el nombre de una potencia invisible, un nuevo dios que dirige nuestros actos y que prohíbe casi todo. En América latina, en los nuevos gobiernos latinoamericanos, tengo muchos compañeros, mis compañeros de muchos años atrás, que me dicen: Sí, sí, está bien, pero no es posible, no es posible porque el mercado no lo permite, y aquí mi pregunta es: "¿Pero quién ha votado por este señor mercado? ¿Tiene una credencial civil? ¿Tiene documentos? ¿Quién es el mercado? ¿Es un diputado, es un ministro, quién ha elegido al mercado?". Nadie eligió al mercado. Es un secuestro de la voluntad popular por el miedo, el miedo de inquietar al mercado... Pienso que en esta tensión entre las promesas y la realidad, el deseo y el mundo, lo que se quiere hacer y lo que se puede hacer y no se hace, el miedo tiene un rol importantísimo porque es una fuente de impotencia. Este es el gran desafío para todos nosotros, no sólo para América latina, también para el mundo entero. Esta resignación ante la realidad es como la aceptación fatalista de un destino. La realidad no es un destino: es un desafío, el tiempo presente no es el tiempo de la eternidad, las cosas, la realidad cambian, están en transformación continua, todo cambia todo el tiempo y nosotros... tenemos el sagrado derecho de imaginar el futuro. No estamos condenados a aceptarlo.
Escrito por Damasceno às 13h50
[]
[envie esta mensagem]
FHC e a cátedra
Trecho cômico chupinhado da coluna dominical do Kennedy Alencar, na Folha Online
Para ajudar Alckmin, Tasso o levou recentemente a Juazeiro do Norte (CE) a fim de lhe dar um banho de povo, como fez com Fernando Henrique Cardoso em 1994. Naquele ano, Tasso presidia o PSDB. Após a convenção, o novo presidente do PSDB contou como foi a apresentação do candidato FHC em Juazeiro do Norte.
"Havia uma preocupação com o perfil do Fernando Henrique. Uns diziam que era muito intelectual, que não sabia discursar, que não conhecia povo, só academia. Não dava para ser candidato. Levei-o a Juazeiro", disse Tasso, relatando a história com o leve sorriso de quem conta uma piada.
Segundo ele, FHC chegou bem vestido, de paletó, camisa social. De cara, Tasso pediu que tirasse o paletó e dobrasse as mangas. Depois, ordenou: "Conte a sua história. Apresente-se. Diga o que pretende fazer por essa gente".
Lá se foi um FHC muito diferente daquele loquaz político dos palanques de hoje. O candidato a presidente disse que era um intelectual, um sociólogo que estudava muito os problemas do povo. Falou que foi um professor universitário que lutou contra a ditadura militar de 1964 e que por isso acabou preso.
"Foi muito difícil a prisão. Muita pressão. Acabei perdendo a cátedra", disse FHC, em tom solene.
No relato de Tasso, a platéia formada por umas trinta lideranças reagiu com um misto de espanto e tristeza. Uns arregalaram os olhos. Outros abaixaram a cabeça. A surpresa veio, diz Tasso, quando um "caboclo forte" que estava ao lado de FHC colocou a mão sobre o ombro do visitante, deu um apertão e falou em tom solidário: "Força. Não liga, não. Na prisão, isso pode acontecer com qualquer um".
Tasso se segurou para não rir. FHC fez que não tinha entendido que o "caboclo forte" confundira cátedra (antigo cargo no ensino superior conquistado por concurso, o famoso "professor catedrático") com algum revés pessoal que poderia ter sofrido na prisão.
Desde então, o "caboclo" ficou ao lado de FHC o tempo todo. O visitante continuou a contar a sua vida. Citou o ingresso no PMDB, o apoio às greves do ABC contra a ditadura, a passagem pelo governo Itamar Franco, do qual foi ministro das Relações Exteriores e da Fazenda, etc. etc.
Segundo Tasso, o "caboclo" não arredou pé. De vez em quando, apertava de novo o ombro de FHC e dizia algo com voz firme em seu apoio, como quem quisesse protege-lo e confortá-lo pela perda da cátedra na prisão: "Bonito", "Bom", "Isso mesmo", "Força".
Perguntado se sua intenção ao levar Alckmin recentemente a Juazeiro do Norte era um jeito de "apresentá-lo ao povão" e de forçá-lo a tentar tirar a vantagem de Serra, Tasso disse que também levaria o prefeito a Juazeiro. Em seguida, sorriu e arrematou: "Já, já o Alckmin perde a cátedra".
Escrito por Damasceno às 11h02
[]
[envie esta mensagem]
Diversão garantida

Se de um lado há Márcio Rezende de Freitas para desanimar a todos os que gostam de futebol (até muitos corintianos sensatos), por outro existe Ronaldinho Gaúcho.
Tostão sempre diz que craque é o jogador que faz o que é complicadíssimo parecer simples, fácil, monótono até. É isso o que o 10 do Barça fez no sábado, não só nos dois golaços, mas em toda a partida contra o Real Madrid. A cada lance dele se criava uma ansiedade: o que esse cara vai fazer agora?, se perguntavam todos. Chega a dar pena de quem tem a tarefa ingrata de marcá-lo, mas ao mesmo tempo assisti-lo é diversão garantida.
Ouvi duas vezes, desde sábado, que Ronaldinho já é o maior craque desde Maradona. Sou mais contido (por ser fã de Romário e Zidane), mas fico na torcida pra que isso realmente se concretize. Falta ser o destaque do Brasil na Copa, faltam mais titulos pelo Barcelona. Depois disso vai ser difícil discordar.
Escrito por Damasceno às 10h59
[]
[envie esta mensagem]
|
 |
 |