Avião, 1 ano

Acabei de ficar bem feliz. Faz um ano que perdi uma importante virgindade. Até 13 de abril do ano passado eu nunca havia andado de avião.
Eu não lembrava a data correta, mas sabia que tinha sido na mesma noite em que houve aquele problema do Grafite com o argentino Desábato, num jogo da Libertadores. Hoje, ao ler uma reportagem no Pelé.net a respeito daquele incidente, tirei a dúvida.
Para quem viaja de avião desde pequeno pode parecer bobeira – no fundo é bobeira mesmo. Mas para alguém que só depois de barbado pôde desfrutar de tal comodidade, foi uma boa experiência, que ajudou a marcar um ano cheio de pequenas evoluções pessoais.
Escrito por Damasceno às 16h24
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Domingo no sofá
Sertão
Não gostei de ver em ação o boxeador Waldemir dos Santos Pereira, o Sertão. Ele lutou ontem à noite, sem colocar em jogo seu cinturão (conquistado em 21/01, pela categoria dos penas) e, apesar de enfrentar um adversário qualificado, não me encheu os olhos. Sertão se defende bem, mas para um cara de 31 anos eu esperava um pouco mais.
Foot ball
Dois pontos e nada mais do que dois pontos. Bem feito para o Tricolor, que apesar das vitórias nos clássicos perdeu sete pontos no Morumbi (para Juventus, Guarani e Noroeste) e viu o Santos papar o título. Esse retrospecto e a perda da invencibilidade em jogos em casa pela Libertadores servem para que o alerta seja ligado...
Carequinha
Dois trechos muito legais lidos ontem, também no sofá, sobre a morte do simpático palhaço: “Uma lágrima para Carequinha, o palhaço. Morreu por não suportar a concorrência”, Daniel Piza. “Morreu o palhaço Carequinha, meu ídolo na infância. Sonhava em ser palhaço e viver até os 90 anos, como Carequinha. Não vou realizar esses desejos. Pena! Em compensação, fiz e pretendo fazer muitas outras coisas, como viver até os 89 anos”, Tostão.
Castigo
Antes mesmo de ser oficialmente condenada a mofar na cadeia, a tal da Suzane Von Richthofen já tem um belo castigo diário, ao se olhar no espelho, tamanha a baranga medonha em que se transformou.
A paixão
Frase do ministro Gil, dita a Fernando Faro, no Ensaio de ontem, ao falar de uma certa cantora. “Ai, a Elis. Por ela eu tinha paixão. E quando a gente tem paixão por alguém, não se tem o que dizer por essa pessoa. É paixão e pronto”.
O Príncipe
Como Maquiavel escreve um troço sobre política em 1500 e lá vai pedrada e se mantém atual até hoje? Lulão não curte ler, mas alguém bem próximo dele deveria dar uma passada de olhos em alguns capítulos...
Garotinho vem aí...
Ele representa o que há de pior na política, mas vê-lo encostar no Alckmin vai ser engraçado. Há quem diga que o Serra ainda pode vir para salvar a tucanada de tal vexame...
Escrito por Damasceno às 13h59
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